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Destaques

HINO DE AMOR – CONCERTO DE NATAL

Neste concerto de Natal e inspirados no poema de João de Deus “Hino de Amor”, propomos uma viagem pela belíssima poesia portuguesa de Natal e pela música para voz e piano erudita e tradicional de caracter natalício.

Articulando sempre poesia e música apresentaremos obras de Bach, Schubert, Caccini e Satie a par das tradicionais canções de Natal portuguesas e estrangeiras, sem faltar os célebres êxitos de Natal Silent night e Jingle bells.

Recital de poesia e música com:

Soprano: Ana Leonor Pereira

 

 

 

 

 

 

 

Piano: António Ferreira

 

 

 

 

 

Dança para Bebés dos 18 aos 36 meses

Dança BebésDanças Soltas – Dança para Bebés dos 18 aos 36 meses, inserido no 1º Ciclo de Dança do Entroncamento. Dinamizado pela Professora de Dança: Susana Valério (Es-Passo de Dança do Entroncamento).

Dia 11 de novembro 2018 (Domingo)

Centro Cultural do Entroncamento – 11H30

Inscrição gratuita a realizar previamente nos Serviços Culturais do Município, através do endereço eletrónico: cultura@cm-entroncamento.pt, ou pelo Tlm. 919183331, até ao dia 09 de novembro (inclusive).

Limitado à participação de 15 Bebés (acompanhados pelos pais)

 

EXPOSIÇÃO DE PINTURA “APONTAMENTOS DE UMA DÉCADA” DE LUÍS MOTA

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SINOPSE

A exposição “Apontamentos de uma década” apresenta trabalhos integrados no objetivo pessoal de exploração plástica contínua. O conjunto em exposição responde a um convite municipal, que se agradece, porque ele é relevante pela oportunidade de partilha que suscita. As obras expostas poderão ser compreendidas como produções decorrentes do contexto de vida que as animam. Estruturam-se segundo uma linha de participação social do seu autor e integram-se no fio condutor da sua intervenção artística, que parte das vivências cívicas, profissionais e criativas. A elaboração de apontamentos que se ligam à sua ideia da “viagem das formas” faz parte da sua materialização plástica em linhas, cores, volumes e figuras. Esta viagem de artes plásticas, iniciada em 1977, tem agora uma nova paragem numa mostra pública no Entroncamento. A organização desta exposição contou com a colaboração da Inês Melo, e da Cecília Baptista, na escolha e seleção das obras, e com o contributo do Gonçalo de Figueiredo, e do Tiago Braga na fotografia (Laboratório de Fotografia do Instituto Politécnico de Tomar).

BIOGRAFIA

Luís Mota

 Nascido em Riachos em 1956, expõe desde 1977. Com percurso profissional iniciado em 1973 nos caminhos-de-ferro, na CP, no Entroncamento e terminado em Campolide (tendo desempenhado funções de Operário Estagiário, de Desenhador, de Técnico Auxiliar e de Contramestre) redirecionou a sua carreira profissional para o ensino, a partir de 1988, lecionando no Instituto de Artes e Ofícios e na Escola Superior de Artes Decorativas, em Lisboa. Com curso da Escola de Artes Decorativas António Arroio, licenciou-se e concluiu mestrado em História da Arte na Universidade de Lisboa e obteve o doutoramento também em História da Arte, pela Universidade de Coimbra. Possui estágio de pós-doutoramento em Turismo pela Universidade de Aveiro. É Diretor Técnico do Museu Agrícola de Riachos e Casa Memorial Humberto Delgado, de Brogueira-Torres Novas. O desenho e a pintura, a história da arte, as artes decorativas, a museografia e a conservação do património cultural fazem parte do trabalho desenvolvido na Fundação Ricardo do Espírito Santo Silva onde ensinou Desenho de Ornato, Tecnologias Aplicadas, Peritagem em Arte entre outras matérias. O ensino como Professor Coordenador do Instituto Politécnico de Tomar, nos domínios do património e do turismo cultural associam-se a este percurso. Nas exposições em que participa apresenta trabalhos que considera como produções decorrentes do contexto das suas diversas atividades enquanto cidadão, profissional e agente criativo.

 

 

EXPOSIÇÃO DE FOTOGRAFIA “A MÁQUINA DO MUNDO” DE ANA RITA E AMIGOS

Sinopse

Das tantas palavras que uma imagem denuncia, eis porque o desenho do olhar impresso, outrora riscado e decalcado, pode em si contar uma história. Imaginemos várias imagens e suas histórias a acontecerem; como na carruagem do comboio, de estação em estação, a viagem acontece de um ponto ao outro, de partida e de chegada. Depois, qual tecelão que passando o fio faz novo caminho, eis que percebe do achamento e resolve seu pano pronto.

“Máquina do Mundo” é a fotografia apalavrada de Ana Rita que convida os Amigos para juntos contarem da memória coletiva. Foi resgatada e, do impacto do território na viajante e seu processo transformador, nasce a narrativa: desde a nascente – do vulcão, na Ilha do Fogo/Mosteiros e do comboio, no Entroncamento – até ao vislumbre do advir.

Gosta da expressão do filme “Avatar” – “Eu vejo-te” – e é assim que cumprimenta todos aqueles que aqui recebe.

BIOGRAFIA

Rita Mendes Pereira, licenciada em Ciências da Educação, pela Universidade de Coimbra, Pedagoga, Animadora Sociocultural, ora Curadora, nos Serviços Culturais da Câmara Municipal do Entroncamento desde 1991, tem exercido ao longo do tempo funções de gestão e programação, criação e curadoria. No campo da Educação desenvolveu projetos de motivação e promoção da leitura e cidadania executando oficinas e formações com os agrupamentos de escolas da Cidade do Entroncamento e da região de Santarém, elaborando projetos, como o “Poeta de cor” que foi selecionado no Manual de Boas Práticas da Anaced(Ajuda), contou entre outros, com 1ºs Prémios de Contadores de Histórias em Constância e de Fotografia no âmbito da disciplina de Filosofia, na Escola Secundária do Entroncamento. Foi colaboradora em jornais e revistas e fez um Curso (MOOC) de Escrita Criativa, na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra. Membro da direção de algumas associações de âmbito educativo, juvenil, social e cultural do Concelho do Entroncamento. Neste momento, integra projetos de ação sobre a temática da Economia Solidária, tendo em vista o desenvolvimento bioecológico. Insiste em testemunhar as suas vivências e gosta das palavras “ponte” e “estafeta” e “trabalho”.

ana rita sobre ana rita

Sob “!(…) esta perceção de sempre incompleta plenitude (…)”no vínculo à vida, eis-me pronta a participar, fortalecida, na razão, na reflexão, na intenção, na decisão, na ação e no poder ser alguém que, no que faço, possa trazer conforto, alegria e motivação positiva ao outro, de modo a formar e transformar as pessoas e a mim própria nos lugares e nos tempos por onde aconteço.