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Comédia: “Rabo de Saia” . Bilhetes à venda a partir de 10 de novembro

Rabo de Saia _ Cartaz Entroncamento_JPG net.jpgBilhetes à venda a partir de 10 de novembro no Posto de Turismo, Piscinas Municipais, Serviço de Águas da Câmara Municipal e na bilheteira do Centro Cultural no dia do espetáculo uma hora antes (caso não esgotem anteriormente).

Sinopse

Manel tomou uma decisão radical: mudou de sexo.

Ser homem já não era nenhum mistério para o Manel: os 40 revelaram-se mais de crise do que ternura; os 50 trouxeram-lhe ainda mais loucura e agora, questionado sobre o que fazer com uma choruda herança, percebeu já ter vivenciado tudo o que os cromossomas XY lhe podiam oferecer. A grande frustração foi durante toda a sua máscula existência não ter sido capaz de decifrar o maior enigma de todos os tempos: ser mulher.

Para a missão ser bem-sucedida conta com os amigos de sempre, que entre o choque, a ganância e a atração, esforçam-se por lembrar que aquele belo rabo de saia ainda ontem só usava calças, confrontando-se hilariantemente com os seus próprios preconceitos, desejos, traumas e identidade.

“Rabo de Saia” conta a história dos já conhecidos quatro amigos Quim (António Melo), António (Fernando Ferrão), Xavier (Joaquim Nicolau) e Manel (Almeno Gonçalves) … que agora é Manela. Ou Tânia, ou Rute, ou… ainda não escolheu.

Depois da “Crise dos 40” e da “Loucura dos 50” este tão especial grupo de compinchas volta a rever-se, após quase dois anos sem se encontrarem. Muita coisa mudou na vida deles, mas outras mantêm-se intactas. As suas personalidades, por exemplo…

Esta comédia é mais um capítulo na vida dos personagens Quim, António, Xavier e Manel. É surpreendente, arrojada e plena de humor, mas ao mesmo tempo faz-nos pensar sobre a importância das coisas aparentemente mais elementares nas nossas vidas. Coisas como o trabalho (ou falta dele), a amizade, o amor, a família, etc… e a forma como encaramos cada uma delas à medida que a idade avança.

“Rabo de Saia” é um cocktail de emoções.

 

 

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1 PAR DE 3 TRIO . II Ciclo de Jazz ao Centro

1 par de 3 trio.cartaz

Primeiramente era 1, depois passaram a 2, hoje são 3 e seguem por essa estrada fora tocando, alegrando toda a malta.

1 Par de 3 Trio é composto por André B. Silva na guitarra, João Próspero no contrabaixo e Diogo Silva na bateria. É um trio de jazz do Porto com uma forte ênfase no desenvolvimento de uma linguagem própria com origem na interação entre membros, cada qual com algo de único a acrescentar à receita. Com um trabalho musical consistente desde 2016, este trio apresenta a sua abordagem pessoal de temas clássicos do jazz norte-americano, bem como canções originais que transmitem uma identidade própria.

 

Exposição Comemorativa “Pde Martinho Gonçalves Mourão” (1906-1977): Primeiro Pároco do Entroncamento – O Homem e o Sacerdote

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SINOPSE DA EXPOSIÇÃO

Pe. Martinho Gonçalves Mourão (1906 – 1977): Primeiro Pároco do Entroncamento

O Homem e o Sacerdot

A Exposição a realizar na Galeria Municipal de Exposições, no Centro Cultural desta cidade, entre 28 de outubro (sábado), dia de inauguração, pelas 15:00, e 9 de novembro (quinta-feira) constará das seguintes partes:

– As origens: retratos de família (o próprio, pais e irmã);

– Documentos: álbum de fotografias do próprio, onde se destaca um postal com a fotografia do Papa Pio XII, escrito de Roma pelo Cardeal Cerejeira, cujo destinatário o recebeu, embora apenas a direção refira “Pároco do Entroncamento – Portugal”; quadro, com fotografia do Pe. Mourão, 100×100 cm, com placa em prata, oferecido pelos fiéis do Entroncamento aquando da sua saída; rol de assinaturas dos mesmos, com a 1ª página iluminada pelo Professor Abílio Meireles, representando a Sagrada Família, Padroeira da Paróquia, e respetiva dedicatória. As assinaturas são encabeçadas pelo Dr. Ruy d’ Andrade e José Duarte Coelho; jornal “O Entroncamento”, nº 1; livro escrito pelo Pe. Martinho Mourão “Elementos para a História da Paróquia do Entroncamento” e outros livros; auto de entrega da igreja matriz do Entroncamento ao Cardeal Patriarca de Lisboa. Para tal necessitamos de expositores horizontais.

– Manequim/cabide com batina, sobrepeliz e barrete eclesiástico do Pe. Martinho;

– Fotografias e fotocópias a afixar em suportes verticais, alusivas às seguintes modalidades:

O Seminarista;

a Missa Nova;

a inauguração da Igreja do Entroncamento;

o Pe. Mourão discursando em Lisboa perante a imagem de Nª Srª de Fátima, na sua 1ª saída da Cova da Iria para Lisboa (dez de 1942);

O Homem: quadro, a carvão, da autoria do Professor Abílio Meireles, representando o Pe. Martinho; fotografia do mesmo com cabeção, mas de cabeça descoberta; fotografia, em final de vida, já doente;

– Objetos de devoção pessoal do próprio: oratório do séc. XVIII, bem como registo do séc. XIX, com Nossa Senhora, Mãe dos Homens, padroeira de Pedrógão, sua terra natal;

– Interessante cadeira com 3 rodas para movimentação de doentes entrevados, dos inícios do séc. XX. Pertenceu à mãe do Pe. Martinho, que viveu durante muitos na casa paroquial do Entroncamento, e se deslocava nela.

Com esta exposição pretende-se homenagear o primeiro pároco do Entroncamento, Reverendo Pe. Martinho Gonçalves Mourão, nos 111 anos do seu nascimento, pois deixou atrás de si uma sementeira de fé e obra social, da qual ainda hoje os católicos e todo o Entroncamento colhem os seus frutos. Assim, decorrerá ainda o seguinte programa:

. Dia 29 de outubro (Domingo) . 15h00

Centro Pastoral da Sagrada Família

Colóquio-Homenagem sobre a Obra do Pde Martinho Gonçalves Mourão

(dia da celebração do aniversário do seu nascimento 29.10.1906)

Importa conservar viva, na memória coletiva, a ação pastoral e cívica deste sacerdote, uma vez que os avós do Entroncamento, que com ele conviveram, vão lentamente desaparecendo.

Luís Batista (Mestre de História Regional e Local)

Projeto “Caminhos da Pedra” com vários espetáculos no Entroncamento

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A cidade do Entroncamento recebe, entre os dias 12 e 15 de outubro, diversos espetáculos culturais. CAMINHOS DA PEDRA, um projeto da Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo, que pretende ligar os traços que estão presentes na cultura, nas gentes e no património de cada um dos 13 concelhos do seu território de intervenção.

 

 

EXPOSIÇÃO DE PINTURA “NATUREZAS MORTAS A QUE A COR DÁ VIDA” DE OLÍMPIA MARIA

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SOBRE SI

“ Nasci em 1942 no Entroncamento, onde cresci, me tornei mulher e vivo até ao presente.

Não sou pintora…mas desde criança que gostava de desenhar e pintar.

Cresci e continuei sonhando. Contudo, a vida não me deu espaço para a pintura, mas agora, que estou mais disponível, pensei que era chegada a hora de realizar o meu sonho de menina e comecei brincando com os pincéis e as tintas…

Entendo que o presente é o tempo ideal para fazermos todas aquelas coisas que a vida profissional e familiar não nos deu oportunidade para concretizar.

É a terceira vez que exponho o resultado do meu sonho. Independentemente de se gostar ou não, esta exposição tem uma mensagem para si:

– Não pare! Dê o primeiro passo. Acredite em si e preencha os seus dias.

Os meus são pequenos para o muito que eu desejo realizar no campo das ARTES. “

– Olímpia Maria das Neves Valentim

SOBRE A EXPOSIÇÃO

“Sou uma apaixonada pela natureza e qualquer pormenor me inspira para reproduzir na tela.

NATUREZAS MORTAS A QUE A COR DÁ VIDA, tema desta exposição de óleo sobre tela, é a expressão viva do meu sentimento., onde a cor dá vida e expressa a sua plenitude o meu sentir, a minha alegria de viver e a minha paixão pela beleza da Natureza. Espero que gostem.”

– Olímpia Maria das Neves Valentim

Feirinha de setembro – 11ª Edição

Cartaz

A Feirinha de setembro decorre no dia 23 de setembro, entre as 10h e as 13h na Rua Falcão de Sommer.

 

Esta feira que vem sendo tradição no nosso concelho no mês de setembro, é o local onde as crianças se tornam vendedores por um dia.

 

Na Feirinha de setembro as crianças podem vender de tudo um pouco, desde livros, brinquedos, roupas, bijutaria, refrescos, bolos, desenhos, contar de uma história, etc. Aqui todos os materiais são vendidos a preços simbólicos.

 

Os pais, irmãos, avós, tios, primos e restante família estão convidados a ajudar a criança na venda e todos os munícipes estão convidados a visitar esta feira infantil.

 

A inscrição é gratuita e pode ser realizada nos serviços culturais ou através do contacto 249 720 400.

EXPOSIÇÃO DE PINTURA E FOTOGRAFIA “OS AVIEIROS E O TEJO” DE EMÍLIA PEDROSO, BLÓ E TERGON

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A Exposição Coletiva “Os Avieiros e o Tejo” é composta por Pintura da autoria de Bló (Isabel Pestana) e de Emília Pedroso e Fotografia, de Tergon (Teresa Gonçalves).

As autoras pretendem, através dos seus diferentes “olhares”, mostrar um pouco da cultura avieira, com as casas, os barcos, os artefactos de pesca e tendo, naturalmente, o rio Tejo como centro das suas vidas.

 

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Emília Infante Pedroso, nasceu em Lisboa.

Fez os estudos primários e secundários em Lisboa, mas tendo família paterna oriunda da Chamusca, sempre aí passou férias.

Teve, como maior amiga, a filha do escultor Leopoldo de Almeida, cuja casa frequentava, quase diariamente, e onde conviveu com artistas das áreas de Pintura, Arquitetura e Literatura que a marcaram profundamente pois sempre foi recetiva a todo o género de Arte.

Tendo o Curso de Hotelaria, da Escola de Hotelaria de Lisboa, exerceu esta profissão, no Brasil, num conceituado Hotel de Cabo Frio.

De regresso a Portugal, faz o Curso de História de Arte na Escola ARCO, em Lisboa.

Trabalhou como secretária da Presidência da Associação dos Arquitetos, mais tarde, Ordem dos Arquitetos.

Em 1994, através de subsídios concedidos pelo IFADAP, abre um Agroturismo, a cerca de 18 Km de Coruche, aí permanecendo até 2008.

Nesse período de tempo, aprende pintura com um Mestre, formado pela Escola de Belas Artes, aproveitando a vinda semanal deste, a Coruche, para lecionar, particularmente, um grupo de alunos.

Em 2008, vende o Agroturismo e constrói a casa, onde reside atualmente, na Chamusca, sua terra de eleição.

Em janeiro de 2017, expõe, pela primeira vez, na Sala Polivalente da Biblioteca Municipal da Chamusca, as suas telas com o tema” A Chamusca e Tejo”, dedicadas aos seus avós paternos.

Em julho de 2017, participa na Coletiva de Pintura e Fotografia, subordinada ao tema “Os Avieiros e o Tejo”, no Convento de São Francisco, em Santarém.

Bló.foto cara

Bló (Isabel Pestana) é natural da Chamusca.

Conclui o curso de Designer de Interiores e de Equipamento Gráfico Geral, no I.A.D.E (Instituto de Arte Decoração e Design) de Lisboa e frequentou a Stilandrade, em Lisboa, onde entrou em contato com algumas das mais avançadas técnicas de pintura decorativa.

Fez a sua primeira exposição de pintura no Hotel do Prado em 1996 e desde essa altura que expõe o seu trabalho, individualmente, em feiras como a Ascensão na Chamusca, Feira do Cavalo na Golegã, e também, em exposições coletivas, em São Martinho do Porto e Bombarral.

Em julho de 2010, os seus trabalhos integram o livro “Pintores do Oeste”.

Em 2014, é convidada, pela Associação Terras Quentes e Câmara Municipal de Macedo de Cavaleiros, para integrar a equipa liderada pelo Dr. Miguel Sanches de Baena. Neste âmbito, foi-lhe dada a incumbência de gerir toda a área artística do Museu Martim Gonçalves Macedo

Expôs, individualmente, no “Fórum da Corredoura” em Tomar e na “Antiqua”, na Golegã, sobre a temática dos TEMPLÁRIOS.

Em junho de 2015 apresentou, na Sala Polivalente da Biblioteca Municipal da Chamusca, em homenagem à sua mãe: RAÍZES DA VIDA – os seus trabalhos mais simbólicos.

No Centro de Artes e Cultura de Ponte de Sôr, em 18 de junho de 2016, inaugurou a Exposição: PERFEITO / IMPERFEITO – Celebração da Mulher. A 27 de agosto de 2016, a Exposição “TEMPLÁRIOS” na Galeria Municipal do Entroncamento e, em 18 de março de 2017, a Exposição “UNIVERSO SEPTENÁRIO”, mais uma vez, na Biblioteca Municipal da Chamusca.

Participou, ainda, na 1ª Exposição de Arte Tauromáquica da Chamusca– Ascensão 2017 e na Coletiva de Pintura e Fotografia “OS AVIEIROS E O TEJO”, no Convento de São Francisco, em Santarém – de 01 a 12 de Julho de 2017.

Recentemente efetuou trabalho de restauro, em paredes, com pinturas artísticas, no edifício sede da Fundação Rafael e Maria Rosa Neves Duque, sediada na Chamusca

Atualmente dá aulas de pintura a crianças e adultos, mantendo o seu trabalho nas áreas das artes decorativas e restauro, nomeadamente, no restauro de telas, móveis e paredes.

Tergon cara

Tergon (Teresa Gonçalves) é natural da Chamusca.

Frequentou o Liceu Nacional Sá da Bandeira de Santarém e a Faculdade de Letras de Lisboa.

Viveu cerca de 50 anos em Lisboa e, após a reforma, regressa, à terra de seu nascimento, onde reside atualmente.

Desde muito cedo que se interessou por fotografia, brincando com a velhinha Kodak de seu pai.

Por razões de uma das suas atividades profissionais “Formação de Formadores”, teve de desenvolver e aperfeiçoar as técnicas de Multimédia, no Centro de Formação, do Instituto de Emprego e Formação Profissional.

Faz fotografia como hobby, pois gosta de “olhar” e captar o mundo ao seu redor.

Na era da fotografia digital, tem explorado as possibilidades da informática para transformar as fotos e recriá-las em Arte Digital. À falta de “engenho e arte”, vai fazendo experiências que expressem as suas emoções.

Participou em vários sites de fotografia, nomeadamente, “OlharesFotografia Online” e “Reflexos Online”.

Participou, ainda, na 1ª Exposição de Arte Tauromáquica da Chamusca – Ascensão 2017 e na Coletiva de Pintura e Fotografia “Os Avieiros e o Tejo”, no Convento de São Francisco, em Santarém – de 01 a 12 de Julho 2017.

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“Entre as muitas formas de combater o nada, uma das melhores é tirar fotografias, atividade que deveria ensinar-se, desde muito cedo, às crianças, pois exige disciplina, educação estética, bons olhos e dedos seguros” – Júlio Cortázar

“Fotografar, é colocar na mesma linha, a cabeça, o olho e o coração” – Henri Cartier-Bresson

“Você não fotografa com a sua máquina. Você fotografa com toda a sua cultura” – Sebastião Salgado.

 

EXPOSIÇÃO DE PINTURA “H2O TELAS” DE SÃO MATIAS . GALERIA MUNICIPAL

Cartaz.jpgSÃO MATIAS

Nasce em 1946, em S. Pedro, Torres Novas. Residente no Entroncamento há mais de 30 anos.

Diz de si: “Desde muito nova que adquiri o gosto pela arte, gosto que vai da arte clássica até à mais moderna pois tudo o que tem beleza me encanta. Trinta anos da minha vida foram dedicados à arte do tricô que tive de abdicar por graves motivos de saúde. Recuperada da doença, encontrei forças para me dedicar a esta paixão, a pintura.

Iniciei o meu trajeto nas louças de porcelana, faiança e arte do fogo. Fui aprendendo e aperfeiçoando as técnicas através de seminários, das aulas de pintura com artistas nacionais e internacionais, dos quais saliento alguns, Tânia Lopes, Dailing Bolsoni, Rosi Bôrgues, Dimas Florêncio, Levi Reis entre outros.

No ano 2000 dei início à pintura em tela, reproduzindo clássicos antigos, sendo o que gosto mais de fazer.”

H2O TELAS

“H2O Telas” é uma Exposição de Pintura que chega à Galeria Municipal para nos mostrar, de novo, São Matias, desta vez com a tónica num tema que salpica água, tela a tela, do princípio ao fim. Verão, regado no Entroncamento com estes apontamentos clássicos, eis o convite a visitar e ficar mais um pouco, refrescados pela brisa que nos é oferecida por mais uma artista plástica do Concelho.