Exposição Comemorativa “Pde Martinho Gonçalves Mourão” (1906-1977): Primeiro Pároco do Entroncamento – O Homem e o Sacerdote

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SINOPSE DA EXPOSIÇÃO

Pe. Martinho Gonçalves Mourão (1906 – 1977): Primeiro Pároco do Entroncamento

O Homem e o Sacerdot

A Exposição a realizar na Galeria Municipal de Exposições, no Centro Cultural desta cidade, entre 28 de outubro (sábado), dia de inauguração, pelas 15:00, e 9 de novembro (quinta-feira) constará das seguintes partes:

– As origens: retratos de família (o próprio, pais e irmã);

– Documentos: álbum de fotografias do próprio, onde se destaca um postal com a fotografia do Papa Pio XII, escrito de Roma pelo Cardeal Cerejeira, cujo destinatário o recebeu, embora apenas a direção refira “Pároco do Entroncamento – Portugal”; quadro, com fotografia do Pe. Mourão, 100×100 cm, com placa em prata, oferecido pelos fiéis do Entroncamento aquando da sua saída; rol de assinaturas dos mesmos, com a 1ª página iluminada pelo Professor Abílio Meireles, representando a Sagrada Família, Padroeira da Paróquia, e respetiva dedicatória. As assinaturas são encabeçadas pelo Dr. Ruy d’ Andrade e José Duarte Coelho; jornal “O Entroncamento”, nº 1; livro escrito pelo Pe. Martinho Mourão “Elementos para a História da Paróquia do Entroncamento” e outros livros; auto de entrega da igreja matriz do Entroncamento ao Cardeal Patriarca de Lisboa. Para tal necessitamos de expositores horizontais.

– Manequim/cabide com batina, sobrepeliz e barrete eclesiástico do Pe. Martinho;

– Fotografias e fotocópias a afixar em suportes verticais, alusivas às seguintes modalidades:

O Seminarista;

a Missa Nova;

a inauguração da Igreja do Entroncamento;

o Pe. Mourão discursando em Lisboa perante a imagem de Nª Srª de Fátima, na sua 1ª saída da Cova da Iria para Lisboa (dez de 1942);

O Homem: quadro, a carvão, da autoria do Professor Abílio Meireles, representando o Pe. Martinho; fotografia do mesmo com cabeção, mas de cabeça descoberta; fotografia, em final de vida, já doente;

– Objetos de devoção pessoal do próprio: oratório do séc. XVIII, bem como registo do séc. XIX, com Nossa Senhora, Mãe dos Homens, padroeira de Pedrógão, sua terra natal;

– Interessante cadeira com 3 rodas para movimentação de doentes entrevados, dos inícios do séc. XX. Pertenceu à mãe do Pe. Martinho, que viveu durante muitos na casa paroquial do Entroncamento, e se deslocava nela.

Com esta exposição pretende-se homenagear o primeiro pároco do Entroncamento, Reverendo Pe. Martinho Gonçalves Mourão, nos 111 anos do seu nascimento, pois deixou atrás de si uma sementeira de fé e obra social, da qual ainda hoje os católicos e todo o Entroncamento colhem os seus frutos. Assim, decorrerá ainda o seguinte programa:

. Dia 29 de outubro (Domingo) . 15h00

Centro Pastoral da Sagrada Família

Colóquio-Homenagem sobre a Obra do Pde Martinho Gonçalves Mourão

(dia da celebração do aniversário do seu nascimento 29.10.1906)

Importa conservar viva, na memória coletiva, a ação pastoral e cívica deste sacerdote, uma vez que os avós do Entroncamento, que com ele conviveram, vão lentamente desaparecendo.

Luís Batista (Mestre de História Regional e Local)

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Projeto “Caminhos da Pedra” com vários espetáculos no Entroncamento

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A cidade do Entroncamento recebe, entre os dias 12 e 15 de outubro, diversos espetáculos culturais. CAMINHOS DA PEDRA, um projeto da Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo, que pretende ligar os traços que estão presentes na cultura, nas gentes e no património de cada um dos 13 concelhos do seu território de intervenção.

 

 

EXPOSIÇÃO DE PINTURA “NATUREZAS MORTAS A QUE A COR DÁ VIDA” DE OLÍMPIA MARIA

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SOBRE SI

“ Nasci em 1942 no Entroncamento, onde cresci, me tornei mulher e vivo até ao presente.

Não sou pintora…mas desde criança que gostava de desenhar e pintar.

Cresci e continuei sonhando. Contudo, a vida não me deu espaço para a pintura, mas agora, que estou mais disponível, pensei que era chegada a hora de realizar o meu sonho de menina e comecei brincando com os pincéis e as tintas…

Entendo que o presente é o tempo ideal para fazermos todas aquelas coisas que a vida profissional e familiar não nos deu oportunidade para concretizar.

É a terceira vez que exponho o resultado do meu sonho. Independentemente de se gostar ou não, esta exposição tem uma mensagem para si:

– Não pare! Dê o primeiro passo. Acredite em si e preencha os seus dias.

Os meus são pequenos para o muito que eu desejo realizar no campo das ARTES. “

– Olímpia Maria das Neves Valentim

SOBRE A EXPOSIÇÃO

“Sou uma apaixonada pela natureza e qualquer pormenor me inspira para reproduzir na tela.

NATUREZAS MORTAS A QUE A COR DÁ VIDA, tema desta exposição de óleo sobre tela, é a expressão viva do meu sentimento., onde a cor dá vida e expressa a sua plenitude o meu sentir, a minha alegria de viver e a minha paixão pela beleza da Natureza. Espero que gostem.”

– Olímpia Maria das Neves Valentim