Arquivo da categoria: Teatro

Teatro

Ciclo de Stan-Up Comedy com Fernando Rocha

Fernando Rocha_Cartaz.jpg

Sobre Fernando Rocha

A 2 de Julho de 1975, nasce FERNANDO Alberto Pinto Pereira Alves da ROCHA, no Hospital São João, no Porto. Desde sempre foi uma criança divertida e traquinas, e o seu dom para contar anedotas nasceu logo nos seus tempos de miúdo, onde, nos jantares de família, divertia todos os seus familiares a contar anedotas.

No ano 2000 surge no canal de televisão TVI, o programa “Ri-te Ri-te”, um concurso para contadores de anedotas. O Fernando era nesta altura eletricista de construção civil, casado há pouco tempo e com um filho a caminho. Apresenta-se a concurso e vai ganhando as diversas eliminatórias, até que chega à final e sagra-se o vencedor absoluto do programa.

Depois destas peripécias televisivas, Fernando Rocha arranja um emprego melhor e vai trabalhar para a empresa EMF da CP. Aí conhece um colega que o convida para atuar no bar do seu filho, na Praia da Madalena (em Gaia), o Bar Tic-Tac. A experiência é um sucesso enorme, com casa cheia, todas as quintas-feiras à noite. Por força desse mesmo sucesso, é gravado um CD ao vivo com a atuação do Fernando Rocha no Bar Tic-Tac. O disco é um fenómeno de popularidade e do nada, rapidamente atinge as 10.000 mil cópias vendidas.

Por força destas vendas e muito mais através de pirataria, sobretudo dos estudantes universitários, Fernando Rocha fica cada vez mais conhecido pelo seu talento e humor.

(…)

Fernando Rocha está a tirar o Curso Superior de Teatro e Representação na ESAP – Escola Superior Artística do Porto.

Paralelamente a tudo isto, continua a atuar regularmente por Portugal com diversos tipos de espetáculos humorísticos: Show de Anedotas / Stand-Up e Rábulas Humorísticas. Percorre o país inteiro de norte a sul, do interior ao litoral e as ilhas da Madeira e Açores. O Fernando Rocha tem um carinho muito especial pelas comunidades portuguesas espalhadas pelo mundo, tendo já atuado na África do Sul, Alemanha, Andorra, Angola, Bélgica, Canadá, Córsega, Estados Unidos da América, França, Holanda, Inglaterra, Kosovo, Luxemburgo, Moçambique, Mónaco, Suíça e Venezuela.

Em 2014 comemorou 15 anos de carreira.

Em 2015 saiu para o mercado o CD + DVD editado pela Espacial “Fernando Rocha 15 Anos de Carreira Live no Pavilhão Rosa Mota, Porto”, editado pela com Marco Horácio, Roscas & Estacionâncio, Francisco Menezes, Hugo Sousa, Pedro Neves, João Seabra, Miguel 7 Estacas e Rui Xará.

Em 2017 prepara-se para visitar novos países e continuar a divertir o seu público, que ele tanto adora e muito o tem apoiado.

—–             ———————————————————————————————–          ——-Bilhetes 7.5 € no Posto de Turismo, Piscinas Municipais, Serviço de Águas da Câmara Municipal e na bilheteira do Centro Cultural no dia do espetáculo uma hora antes (caso não esgotem anteriormente) 

 

 

TEATRO “O desconcerto ” GETAS CENTRO CULTURAL

CARTAZ. O DESCONCERTOO Centro Cultural do Entroncamento recebe no próximo dia 21 de abril, sexta-feira, pelas 21h30m, a peça “O Desconcerto”.
Uma história retirada do texto de Karl Valentim e que conta a história de um maestro meio desajeitado e de uma banda filarmónica, que de musica pouco ou nada entendem, e que só pensam em comer e beber. Uma taberna muito animada com uns proprietários que contrataram a banda e vêm de perto o prejuízo que esta lhes está a dar, resolvendo a questão com o Tó Zé, afamado fadista lá do burgo e que vai colmatando as ausências da banda que está sempre a sair para a buxa. Uma boneca que canta ópera, mas que está sempre a perder a corda. Um toiro invade que o espetáculo investindo sobre o maestro. Bom espetáculo e divirtam-se connosco!
Este espetáculo é uma produção –  Getas do Sardoal e dirige-se ao público em geral, tendo entrada livre.

“O cão que corre atrás de mim (e o avô Elísio à janela)” de Filipe Caldeira

O cão que corre atrás de mim_Cartaz.jpgSINOPSE

Este espetáculo é um retrato-memória da infância escrito a quatro mãos (duas mãos que não param quietas; outras duas que as acompanham e observam), em que há espaço para o medo, o risco, a rua, um cão que ladra (e talvez morda) e um avô à janela capaz de nos proteger pelo canto do olho.

“Caco, porque é que estás a trepar?”, perguntava o meu avô Elísio.

“Porque me chamo Caco, Caco, Caco…”, dizia eu a imitar o eco.

O meu nome atirado contra uma montanha partir-se-ia em mil bocados. Quero dizer, em cacos. Talvez não seja o nome mais respeitável do mundo. Um nome que é um pedaço de uma coisa partida. Mas é o meu.

 

FICHA TÉCNICA

Criação: Filipe Caldeira | Direcção artística: Filipe Caldeira e Catarina Gonçalves | Interpretação: Filipe Caldeira e Catarina Gonçalves | Texto original: Isabel Minhós Martins | Apoio à dramaturgia: Joclécio Azevedo |Cenografia: Ana Guedes | Apoio à cenografia: Emanuel Santos | Sonoplastia: Rodrigo Malvar | Voz: Catarina Gonçalves | Figurinos: Jordann Santos | Desenho e operação de luz: Miguel Carneiro | Vídeo: Teresa Pinto | Apoio à residência: Teatro do Frio; Companhia Instável | Agradecimentos: Seteventos; Escola Viva | Produção Executiva e Difusão: Circular Associação Cultural | Co-produção: Maria Matos Teatro Municipal e Teatro Municipal do Porto Rivoli Campo Alegre

 

Duração do espectáculo: 45 minutos aprox.

Classificação etária: M3

 

BIOGRAFIA FILIPE CALDEIRA

Vila do Conde, 1982. Inicia em 2000 o seu estudo em manipulação de objetos, de uma forma empírica e focada na técnica que serve uma crueza fortemente influenciada pelo circo finlandês. Desenvolve um particular interesse na sinergia entre o corpo e o objecto, reposicionando-se na relação hierárquica entre estes dois elementos.

Ao longo dos anos de prática o seu interesse vai-se desviando do virtuosismo técnico, dando primazia ao imaterial, ao corpo e à voz como gatilhos autónomos. Assim o seu posicionamento face ao circo, dança e teatro tornou-se alvo de auto questionamento. Resultando numa linguagem híbrida e num virtuosismo distorcido, de um corpo que se forma e deforma com a experiência.

Em 2005 inicia-se profissionalmente como autor e intérprete e desde então tem participado em projectos nomeadamente com Joana Providência (Catabrisa, 2012); Luciano Amarelo (Malacorpo, 2010); Anna Stistgaard (Meu Coração Viagem,2009; Feliz Idade, 2010); Teatro do Frio (Utópolis, 2010); Radar 360º (Histórias Suspensas, 2011;Baile dos Candeeiros,2008); Companhia Erva Daninha (Fio Prumo, 2008;50 ou Nada, 2010; Aduela, 2013); Casa da Música (Abracadabra 2012); Comédias do Minho (Chuva, 2014; Uivo, 2014).

Em 2015 cria o espetáculo Abutre, encomenda da Fundação Lapa do Lobo e “O cão que corre atrás de mim (e o avô Elísio à janela)”, encomenda do Programa para Crianças e Jovens do Teatro Maria Matos com co-produção do Teatro Municipal do Porto.

Em 2016 cria, em colaboração com Catarina Gonçalves e Constança Carvalho Homem, “A Caçada”.

Atualmente é artista residente 2015/2017  da Circular Associação Cultural.

“O Desconcerto”

_3.jpg

Uma história retirada do texto de Karl Valentim e que conta com a história de um maestro meio desajeitado e de uma banda filarmónica, que de musica pouco ou nada entendem, e que só pensam em comer e beber.

Uma taberna muito animada com uns proprietários que contrataram a banda e vêm de perto o prejuízo que esta lhes está a dar, resolvendo a questão com o Tó Zé, afamado fadista lá do burgo e que vai colmatando as ausências da banda que está sempre a sair para a buxa.

Uma boneca que canta ópera mas que está sempre a perder corda.

Um toiro invade que o espetáculo investindo sobre o maestro.

Bom espetáculo e divirtam-se connosco!

“Desconcerto” é uma comédia para maiores de 12 anos, com um misto de Fado e Teatro.

“A Verdadeira História do Lobo Mau”

folheto-lobo-mau

Esta história passa-se na floresta do reino do faz de conta, e algo de estranho se passa por lá com o Lobo Mau.

Jura o Lobo Mau a patas juntas que não é mau, e que nunca fez mal a ninguém, que nunca tentou comer a avozinha nem os porquinhos e que nuca quis apanhar o gato dos Capuchinhos e muito menos fez mal às criancinhas de quem diz gostar tanto.

O pobrezinho até diz estar com uma grande depressão porque a sua fama de mau não o deixa viver a vida livremente e ter amigos.

Mas será que vai conseguir convencer alguém que afinal é bonzinho? Ele que até diz que é vegetariano. Será possível um Lobo ser vegetariano?

Então vamos todos estar com muita atenção e caladinhos que a história vai começar. Shiuuuuuuu!

 

 

Revista à Portuguesa “Olhá Florbela!”

olha-florbela

“Ol(h)á Florbela” é uma revista à portuguesa, que promete duas horas de humor e de entusiasmo. É um hino à boa disposição, onde se podem esperar gargalhadas soltas, pensamentos alegres e um contágio de bons momentos.

É uma revista atual, onde estará presente a crítica social, a sátira, a emoção e o afeto. Momentos de fado e de cantigas serão também uma das atrações deste espetáculo.