Arquivo da categoria: Exposições

Exposições

Exposição de Pintura “HOMENAGEM AO IMPRESSIONISMO”

Exposicao

“Na rota dos pintores – Homenagem”

“Desde muito cedo que me senti atraída por obras de arte, principalmente por pintura, e uma paixão muito especial pelas pinturas impressionistas.

Durante a minha vida profissional o tempo para dedicar à pintura foi pouco. Após o termo da minha vida profissional, decidi dedicar-me à minha paixão de sempre, a pintura, e logo procurei ter aulas de desenho e pintura para aperfeiçoar os meus conhecimentos.

Face às minhas preferências artísticas, dediquei-me, desde o início, a pintar uma coleção de quadros de homenagem aos pintores impressionistas que mais aprecio. Entretanto, fui pintando outros quadros sobre outros temas, para exposições coletivas.

O interesse pelos pintores impressionistas levou-me em Maio de 2011 até  Aix-en-Provence onde visitei a casa onde viveu Cézanne em Jas de Boufon. Foi uma sensação muito agradável passear pelos jardins onde Cézanne pintou tantas obras, e logo decidi pintar os locais que Cézanne pintou, como os vi e senti naquela altura.

Ao visitar o seu atelier, foi como se tivesse feito uma viagem à época de Cézanne, foi como se entrasse num “templo”. Ali estavam peças e móveis que o artista pintou, foi como se sentisse a alma do pintor e a sua presença. Para mim era um ambiente mágico.

Percorrendo as ruas de Aix-en-Provence fiquei a conhecer as ruas que ele palmilhou, a casa onde viveu, fiquei, assim, a conhecê-lo um pouco melhor, e a apreciá-lo, ainda mais.

Foi como se tivesse encontrado um amigo que já conhecia há muito tempo, mas que agora me mostrava a sua intimidade, a sua casa, os seus jardins, as suas árvores, o seu local de criação artística. Esta proximidade reforçou, sem dúvida, os laços com Cézanne e a paixão pela sua obra.

Nesta viagem, visitei, também, os locais que Van Gogh pintou e onde viveu (Arles, Saint Remy).

Foi encantador ver a ponte pencil e outros locais que ele pintou. Nesses locais existem hoje cópias das suas obras, o que torna, ainda, mais interessante esta viagem ao mundo da pintura impressionista para quem como eu a aprecia tanto. É como viver um pouco um sonho, e se fechar os olhos, consigo de uma forma surreal viajar até ao mundo da pintura nessa época, qual “Meia noite em Paris” de Woddy Allen.

Aqui fica, então, esta singela homenagem ao impressionismo e aos impressionistas, Cézanne, Van Gohn, Monet e Degas.”

 

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EXPOSIÇÃO COLETIVA PELOS ALUNOS CEAC – V.N. BARQUINHA “AUTORRETRATO E AUTORREPRESENTAÇÃO”

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Exposição dos Alunos CEAC – V.N. Barquinha “Autorretrato e autorrepresentação”

Inauguração com Palestra pelo Pintor Carlos Vicente

O CEAC – Centro de Estudos de Arte Contemporânea da Barquinha é um espaço de artes, onde a discussão aprendizagem e interação entre alunos e professores é uma constante, como o representam os diversificados ateliers de desenho e pintura, fotografia e vídeo. Algumas incursões na poesia e no teatro, são também um complemento real ao slogan, BARQUINHA É ARTE aquando da implementação no seu parque de lazer de onze obras de escultura contemporânea dos mais relevantes artistas portugueses dos anos sessentas à atualidade.

As aulas dos diversos ateliers têm a duração de 3 horas semanais, acompanhadas por professores credenciados do IPT (graças a uma parceria entre o Município e o Instituto Politécnico de Tomar) e uma aula de atelier livre, para consolidar os conhecimentos da prática.

São também chamados aos ateliers, artistas nas mais diversas áreas para workshops ou palestras, que elucidam e ajudam os alunos, nas suas experiências artísticas.

Esta exposição de pintura aqui patente, foi um desafio lançado aos alunos este ano, para que interviessem pictoricamente no autorretrato e na autorrepresentação.

É, o resultado anual de parte do nosso trabalho, que expomos à consideração de outros olhares, que desta forma nos ajudam no nosso percurso artístico.

Esperamos proporcionar-vos momentos agradáveis ao olhar.

Alguns dos “artistas” aqui presentes:

Aida Santos

Almerinda Barrocas

Carlos Antunes

Dulce Simões

Isabel Gomes

Isabel Piçarra

Jorge Fonseca

José Dinis

Lino Lourenço

Maria Adelaide

Maria Clara

Conceição Rascão

Maria Eduarda

Maria Filomena

Isabel Fonseca

Lucinda Mendes

Maria Luísa

Manuela Paixão

 

Marília Aquino

Rogério Nunes

Isabel Costa

EXPOSIÇÃO DE PINTURA E DESENHO “EVOLUÇÃO” DE DAVID ESTEVES

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Esta exposição, um acumular de dois anos e meio de aprendizagem com o pintor Massimo Esposito e transformação pessoal, conta na sua ordem as ideias que David Esteves encontrou nesta fase que foi a sua própria “Evolução”. Com treino nos modos analíticos de representação de objetos e espaço, esta evolução traduz-se na exploração de diferentes formas de representação dos mesmos, atendendo agora à sua dimensão subjetiva, sob a forma de metáforas.

Com base nas texturas e narrativas de Zdzisław Beksiński e o auxílio da cor com Samantha Keely Smith. as técnicas de desenho encontraram as formas expressivas e abstratas da pintura a óleo, brincando assim com as formas de representação do olho humano e o uso subversivo uso de tecnologia nos tempos que correm. É uma janela sobre conceitos matemáticos e a cultura e psique humana, explorando os seus crack points, limites e vulnerabilidades.

Esta evolução traduz-se numa meta narrativa espelhada na sequência das obras, numa trajetória do objetivo, passando pela a narrativa de objetos para um futuro abstrato, no plano liberto de representação.

Desta forma o artista pretende sondar diferentes formas de interpretação da mesma ideia convidando novas histórias.

Ambiguidade.

 

Exposição de Registos – Arte Sacra de Francisco José Neto

Cartaz_Registos-Arte Sacra

Sinopse

Na época natalícia, tempo de visita de familiares e amigos, a proposta da Exposição “Registos – Arte Sacra” de Francisco José Neto, na Galeria Municipal do Entroncamento, apresenta-nos um conjunto de peças senão de visitação, pelo menos a recordação do que foi visitado. Eis-nos perante esta arte de pormenor que prima pelo brio do detalhe, do brilho e da devoção.

“Os “REGISTOS” de Santos, tiveram uma forte expressão a partir de meados do Século XVIII, assumindo uma função testemunhal do cumprimento de um voto, ou tão somente uma manifestação de fé.

Os ”REGISTOS” também serviam de protecção a um doente ou para decorar piedosamente os oratórios ou espaços privados, num sentir religioso profundamente intimista e personalizado.

Os ”REGISTOS”, mantêm nos nossos dias a mesma força espiritual que continua a cimentado a Fé, no mais profundo enraizamento humano.”

Confecção e Restauro de Registos e Arte Sacra – Artesanais

Francisco Jose Neto diz de si:

Há Quanto tempo…………………… Os “REGISTOS” de Santos, tiveram uma forte expressão a partir de meados do Século XVIII, assumindo uma função testemunhal do cumprimento de um voto, ou tão-somente uma manifestação de fé.

Minha mãe, que tinha um registo de “NªSª Aires” {Viana do Alentejo} a necessitar de restauro urgente. Eu me propus à sua recuperação, sabia que por tentativas iria conseguir. E consegui!

Com quem aprendeu……. …………Nos últimos anos tenho visitado alguns antiquários, desde Valença do Minho à Zona da Sé e S. Bento em Lisboa, à procura de registos, na tentativa de descobrir novos manuseais de ensinamento desta peças de Arte Sacra.

Onde Aprendeu……………………… Os ”REGISTOS” também serviam de proteção a um doente ou para decorar piedosamente os oratórios ou espaços privados, num sentir religioso profundamente intimista e personalizado. Foram estas características que me moveram a aprender e a conseguir descobrir as técnicas artesanais feitas nos conventos espanhóis e italianos, usadas na confeção destes tesouros artesanais.

Como Evoluiu …………………….….Descobri a técnica da filigrana de papel acidentalmente através de um site alemão, que com a venda de alguns materiais, disponibilizavam bibliografia elucidativa. Com alguma imaginação e sucesso eu consegui transpor para peças criadas por mim. Nos últimos tempos tenho aperfeiçoado o “Pergamano”, trabalho também ele em papel

Processos técnicos de evolução…..Os Registos são peças de devoção com inspiração para imagem de Arte-Sacra. Estas imagens em estamparia acentam em tecidos de fundo rico e decorativos envoltas em trabalho profuso de materiais dourados em tecidos ou papel. Este tipo de decoração é fechado em caixas de vidro de diversa forma {retang; oval; hexago.; etc} ou molduras em cartão. O trabalho de decoração pode ser em filigrana de papel; missangas; pergamano ou o uso de pedras cristalinas coloridas.

Exposição Comemorativa “Pde Martinho Gonçalves Mourão” (1906-1977): Primeiro Pároco do Entroncamento – O Homem e o Sacerdote

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SINOPSE DA EXPOSIÇÃO

Pe. Martinho Gonçalves Mourão (1906 – 1977): Primeiro Pároco do Entroncamento

O Homem e o Sacerdot

A Exposição a realizar na Galeria Municipal de Exposições, no Centro Cultural desta cidade, entre 28 de outubro (sábado), dia de inauguração, pelas 15:00, e 9 de novembro (quinta-feira) constará das seguintes partes:

– As origens: retratos de família (o próprio, pais e irmã);

– Documentos: álbum de fotografias do próprio, onde se destaca um postal com a fotografia do Papa Pio XII, escrito de Roma pelo Cardeal Cerejeira, cujo destinatário o recebeu, embora apenas a direção refira “Pároco do Entroncamento – Portugal”; quadro, com fotografia do Pe. Mourão, 100×100 cm, com placa em prata, oferecido pelos fiéis do Entroncamento aquando da sua saída; rol de assinaturas dos mesmos, com a 1ª página iluminada pelo Professor Abílio Meireles, representando a Sagrada Família, Padroeira da Paróquia, e respetiva dedicatória. As assinaturas são encabeçadas pelo Dr. Ruy d’ Andrade e José Duarte Coelho; jornal “O Entroncamento”, nº 1; livro escrito pelo Pe. Martinho Mourão “Elementos para a História da Paróquia do Entroncamento” e outros livros; auto de entrega da igreja matriz do Entroncamento ao Cardeal Patriarca de Lisboa. Para tal necessitamos de expositores horizontais.

– Manequim/cabide com batina, sobrepeliz e barrete eclesiástico do Pe. Martinho;

– Fotografias e fotocópias a afixar em suportes verticais, alusivas às seguintes modalidades:

O Seminarista;

a Missa Nova;

a inauguração da Igreja do Entroncamento;

o Pe. Mourão discursando em Lisboa perante a imagem de Nª Srª de Fátima, na sua 1ª saída da Cova da Iria para Lisboa (dez de 1942);

O Homem: quadro, a carvão, da autoria do Professor Abílio Meireles, representando o Pe. Martinho; fotografia do mesmo com cabeção, mas de cabeça descoberta; fotografia, em final de vida, já doente;

– Objetos de devoção pessoal do próprio: oratório do séc. XVIII, bem como registo do séc. XIX, com Nossa Senhora, Mãe dos Homens, padroeira de Pedrógão, sua terra natal;

– Interessante cadeira com 3 rodas para movimentação de doentes entrevados, dos inícios do séc. XX. Pertenceu à mãe do Pe. Martinho, que viveu durante muitos na casa paroquial do Entroncamento, e se deslocava nela.

Com esta exposição pretende-se homenagear o primeiro pároco do Entroncamento, Reverendo Pe. Martinho Gonçalves Mourão, nos 111 anos do seu nascimento, pois deixou atrás de si uma sementeira de fé e obra social, da qual ainda hoje os católicos e todo o Entroncamento colhem os seus frutos. Assim, decorrerá ainda o seguinte programa:

. Dia 29 de outubro (Domingo) . 15h00

Centro Pastoral da Sagrada Família

Colóquio-Homenagem sobre a Obra do Pde Martinho Gonçalves Mourão

(dia da celebração do aniversário do seu nascimento 29.10.1906)

Importa conservar viva, na memória coletiva, a ação pastoral e cívica deste sacerdote, uma vez que os avós do Entroncamento, que com ele conviveram, vão lentamente desaparecendo.

Luís Batista (Mestre de História Regional e Local)

EXPOSIÇÃO DE PINTURA “NATUREZAS MORTAS A QUE A COR DÁ VIDA” DE OLÍMPIA MARIA

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SOBRE SI

“ Nasci em 1942 no Entroncamento, onde cresci, me tornei mulher e vivo até ao presente.

Não sou pintora…mas desde criança que gostava de desenhar e pintar.

Cresci e continuei sonhando. Contudo, a vida não me deu espaço para a pintura, mas agora, que estou mais disponível, pensei que era chegada a hora de realizar o meu sonho de menina e comecei brincando com os pincéis e as tintas…

Entendo que o presente é o tempo ideal para fazermos todas aquelas coisas que a vida profissional e familiar não nos deu oportunidade para concretizar.

É a terceira vez que exponho o resultado do meu sonho. Independentemente de se gostar ou não, esta exposição tem uma mensagem para si:

– Não pare! Dê o primeiro passo. Acredite em si e preencha os seus dias.

Os meus são pequenos para o muito que eu desejo realizar no campo das ARTES. “

– Olímpia Maria das Neves Valentim

SOBRE A EXPOSIÇÃO

“Sou uma apaixonada pela natureza e qualquer pormenor me inspira para reproduzir na tela.

NATUREZAS MORTAS A QUE A COR DÁ VIDA, tema desta exposição de óleo sobre tela, é a expressão viva do meu sentimento., onde a cor dá vida e expressa a sua plenitude o meu sentir, a minha alegria de viver e a minha paixão pela beleza da Natureza. Espero que gostem.”

– Olímpia Maria das Neves Valentim

EXPOSIÇÃO DE PINTURA E FOTOGRAFIA “OS AVIEIROS E O TEJO” DE EMÍLIA PEDROSO, BLÓ E TERGON

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A Exposição Coletiva “Os Avieiros e o Tejo” é composta por Pintura da autoria de Bló (Isabel Pestana) e de Emília Pedroso e Fotografia, de Tergon (Teresa Gonçalves).

As autoras pretendem, através dos seus diferentes “olhares”, mostrar um pouco da cultura avieira, com as casas, os barcos, os artefactos de pesca e tendo, naturalmente, o rio Tejo como centro das suas vidas.

 

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Emília Infante Pedroso, nasceu em Lisboa.

Fez os estudos primários e secundários em Lisboa, mas tendo família paterna oriunda da Chamusca, sempre aí passou férias.

Teve, como maior amiga, a filha do escultor Leopoldo de Almeida, cuja casa frequentava, quase diariamente, e onde conviveu com artistas das áreas de Pintura, Arquitetura e Literatura que a marcaram profundamente pois sempre foi recetiva a todo o género de Arte.

Tendo o Curso de Hotelaria, da Escola de Hotelaria de Lisboa, exerceu esta profissão, no Brasil, num conceituado Hotel de Cabo Frio.

De regresso a Portugal, faz o Curso de História de Arte na Escola ARCO, em Lisboa.

Trabalhou como secretária da Presidência da Associação dos Arquitetos, mais tarde, Ordem dos Arquitetos.

Em 1994, através de subsídios concedidos pelo IFADAP, abre um Agroturismo, a cerca de 18 Km de Coruche, aí permanecendo até 2008.

Nesse período de tempo, aprende pintura com um Mestre, formado pela Escola de Belas Artes, aproveitando a vinda semanal deste, a Coruche, para lecionar, particularmente, um grupo de alunos.

Em 2008, vende o Agroturismo e constrói a casa, onde reside atualmente, na Chamusca, sua terra de eleição.

Em janeiro de 2017, expõe, pela primeira vez, na Sala Polivalente da Biblioteca Municipal da Chamusca, as suas telas com o tema” A Chamusca e Tejo”, dedicadas aos seus avós paternos.

Em julho de 2017, participa na Coletiva de Pintura e Fotografia, subordinada ao tema “Os Avieiros e o Tejo”, no Convento de São Francisco, em Santarém.

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Bló (Isabel Pestana) é natural da Chamusca.

Conclui o curso de Designer de Interiores e de Equipamento Gráfico Geral, no I.A.D.E (Instituto de Arte Decoração e Design) de Lisboa e frequentou a Stilandrade, em Lisboa, onde entrou em contato com algumas das mais avançadas técnicas de pintura decorativa.

Fez a sua primeira exposição de pintura no Hotel do Prado em 1996 e desde essa altura que expõe o seu trabalho, individualmente, em feiras como a Ascensão na Chamusca, Feira do Cavalo na Golegã, e também, em exposições coletivas, em São Martinho do Porto e Bombarral.

Em julho de 2010, os seus trabalhos integram o livro “Pintores do Oeste”.

Em 2014, é convidada, pela Associação Terras Quentes e Câmara Municipal de Macedo de Cavaleiros, para integrar a equipa liderada pelo Dr. Miguel Sanches de Baena. Neste âmbito, foi-lhe dada a incumbência de gerir toda a área artística do Museu Martim Gonçalves Macedo

Expôs, individualmente, no “Fórum da Corredoura” em Tomar e na “Antiqua”, na Golegã, sobre a temática dos TEMPLÁRIOS.

Em junho de 2015 apresentou, na Sala Polivalente da Biblioteca Municipal da Chamusca, em homenagem à sua mãe: RAÍZES DA VIDA – os seus trabalhos mais simbólicos.

No Centro de Artes e Cultura de Ponte de Sôr, em 18 de junho de 2016, inaugurou a Exposição: PERFEITO / IMPERFEITO – Celebração da Mulher. A 27 de agosto de 2016, a Exposição “TEMPLÁRIOS” na Galeria Municipal do Entroncamento e, em 18 de março de 2017, a Exposição “UNIVERSO SEPTENÁRIO”, mais uma vez, na Biblioteca Municipal da Chamusca.

Participou, ainda, na 1ª Exposição de Arte Tauromáquica da Chamusca– Ascensão 2017 e na Coletiva de Pintura e Fotografia “OS AVIEIROS E O TEJO”, no Convento de São Francisco, em Santarém – de 01 a 12 de Julho de 2017.

Recentemente efetuou trabalho de restauro, em paredes, com pinturas artísticas, no edifício sede da Fundação Rafael e Maria Rosa Neves Duque, sediada na Chamusca

Atualmente dá aulas de pintura a crianças e adultos, mantendo o seu trabalho nas áreas das artes decorativas e restauro, nomeadamente, no restauro de telas, móveis e paredes.

Tergon cara

Tergon (Teresa Gonçalves) é natural da Chamusca.

Frequentou o Liceu Nacional Sá da Bandeira de Santarém e a Faculdade de Letras de Lisboa.

Viveu cerca de 50 anos em Lisboa e, após a reforma, regressa, à terra de seu nascimento, onde reside atualmente.

Desde muito cedo que se interessou por fotografia, brincando com a velhinha Kodak de seu pai.

Por razões de uma das suas atividades profissionais “Formação de Formadores”, teve de desenvolver e aperfeiçoar as técnicas de Multimédia, no Centro de Formação, do Instituto de Emprego e Formação Profissional.

Faz fotografia como hobby, pois gosta de “olhar” e captar o mundo ao seu redor.

Na era da fotografia digital, tem explorado as possibilidades da informática para transformar as fotos e recriá-las em Arte Digital. À falta de “engenho e arte”, vai fazendo experiências que expressem as suas emoções.

Participou em vários sites de fotografia, nomeadamente, “OlharesFotografia Online” e “Reflexos Online”.

Participou, ainda, na 1ª Exposição de Arte Tauromáquica da Chamusca – Ascensão 2017 e na Coletiva de Pintura e Fotografia “Os Avieiros e o Tejo”, no Convento de São Francisco, em Santarém – de 01 a 12 de Julho 2017.

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“Entre as muitas formas de combater o nada, uma das melhores é tirar fotografias, atividade que deveria ensinar-se, desde muito cedo, às crianças, pois exige disciplina, educação estética, bons olhos e dedos seguros” – Júlio Cortázar

“Fotografar, é colocar na mesma linha, a cabeça, o olho e o coração” – Henri Cartier-Bresson

“Você não fotografa com a sua máquina. Você fotografa com toda a sua cultura” – Sebastião Salgado.

 

EXPOSIÇÃO DE PINTURA “H2O TELAS” DE SÃO MATIAS . GALERIA MUNICIPAL

Cartaz.jpgSÃO MATIAS

Nasce em 1946, em S. Pedro, Torres Novas. Residente no Entroncamento há mais de 30 anos.

Diz de si: “Desde muito nova que adquiri o gosto pela arte, gosto que vai da arte clássica até à mais moderna pois tudo o que tem beleza me encanta. Trinta anos da minha vida foram dedicados à arte do tricô que tive de abdicar por graves motivos de saúde. Recuperada da doença, encontrei forças para me dedicar a esta paixão, a pintura.

Iniciei o meu trajeto nas louças de porcelana, faiança e arte do fogo. Fui aprendendo e aperfeiçoando as técnicas através de seminários, das aulas de pintura com artistas nacionais e internacionais, dos quais saliento alguns, Tânia Lopes, Dailing Bolsoni, Rosi Bôrgues, Dimas Florêncio, Levi Reis entre outros.

No ano 2000 dei início à pintura em tela, reproduzindo clássicos antigos, sendo o que gosto mais de fazer.”

H2O TELAS

“H2O Telas” é uma Exposição de Pintura que chega à Galeria Municipal para nos mostrar, de novo, São Matias, desta vez com a tónica num tema que salpica água, tela a tela, do princípio ao fim. Verão, regado no Entroncamento com estes apontamentos clássicos, eis o convite a visitar e ficar mais um pouco, refrescados pela brisa que nos é oferecida por mais uma artista plástica do Concelho.

DIA MUNDIAL DA FOTOGRAFIA – 19 de AGOSTO : Exposição Fotografia “ROSTOS DE TIMOR” de ANTÓNIO COTRIM

Cartaz

SOBRE O AUTOR

Natural de Lisboa, António Cotrim desde cedo começou a trabalhar na área da comunicação social: Lusitânia, ANOP, Notícias de Portugal e Agência Lusa, onde trabalha atualmente.

Tal & Qual” e “O Record” foram dois dos jornais com os quais colaborou.

Ao longo da carreira, tem registado com a sua objetiva momentos únicos ocorridos tanto em Portugal como no mundo, nas diferentes missões de reportagem que integrou. Um trabalho que se mundializa quotidianamente.

António Cotrim assume de forma carismática a fotografia como “projeto de vida” e daí a minuciosidade e precisão que reflete cada expressão registada, cada instante registado.

O seu talento e trabalho são reconhecidos com a publicação de fotografias em inúmeros livros, folhetos, catálogos, sem contar com as variadíssimas edições em jornais e revistas, tanto nacionais como internacionais.

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SOBRE A EXPOSIÇÃO

A Exposição de Fotografia “Rostos de Timor”, é uma singela homenagem aos homens e mulheres de Timor que sofreram, lutaram e morreram pela liberdade e independência de uma terra que amavam e à qual queriam chamar “o meu país”.

Estes são os rostos de um povo (Baucau e Díli) que nunca desistiu, nunca se resignou e, acima de tudo, nunca esqueceu a sua língua, a sua cultura ancestral, a sua identidade.

Após 24 anos de ocupação pela vizinha Indonésia, Timor – Leste tornou-se independente em maio de 2002.

Este grito de liberdade ficou, para sempre, escrito na História com sangue e com lágrimas, derramadas ao mesmo tempo que se entoava uma oração num cemitério, um lugar sagrado que as armas tentaram calar e não souberam respeitar.

No local onde se honravam os mortos, começou o fim do sofrimento daqueles que, corajosamente, mostraram ao Mundo que se mantinham vivos.

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Distinções:

2014 – Prémio Gazeta de Fotografia do Clube dos Jornalistas.

2010 – Júri do concurso internacional de fotografia de Ferreira do Zêzere.

2004 – Menção honrosa do Prémio Europeu de Fotografia “Fujifilm” na categoria de   desporto.

2001 – Menção honrosa do Clube Português de Imprensa, na categoria de fotorreportagem.

Exposições:

2011 – Centro Nacional de Cultura, em Lisboa.

2012 – Câmara Municipal de Lisboa / Biblioteca por Timor.

2012 – Galeria do Café de Santa Cruz, em Coimbra.

2013 – Câmara Municipal de Vila N. Gaia/ Teatro Eduardo Brazão.

2013 Participa na IV Bienal de Culturas Lusófonas/ Câmara Municipal de Odivelas.

2013 – Câmara Municipal de Oliveira do Hospital.

2014 – Câmara Municipal de Portalegre / Galeria de S. Sebastião.

2014 – Câmara Municipal de Ourém.

2014 – Centro Cultural da Malaposta.

2014 – Museu de Arte Sacra de Fátima.

2014 – Biblioteca de Alcochete.

2015 – Câmara Municipal de Mafra / Sala Atlântico – Ericeira.

2015 – Biblioteca da Câmara Municipal da Amadora.

2016 – CPLP – Comunidade dos Países de Língua Portuguesa.

2016 – Câmara Municipal do Sardoal.

2016 – Assembleia da República.

2017 – Museu da Resistência – Timor -Leste

2017- Museu da Fundação Oriente – Timor -Leste