Arquivo da categoria: Exposições

Exposições

EXPOSIÇÃO DE PINTURA E FOTOGRAFIA “OS AVIEIROS E O TEJO” DE EMÍLIA PEDROSO, BLÓ E TERGON

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A Exposição Coletiva “Os Avieiros e o Tejo” é composta por Pintura da autoria de Bló (Isabel Pestana) e de Emília Pedroso e Fotografia, de Tergon (Teresa Gonçalves).

As autoras pretendem, através dos seus diferentes “olhares”, mostrar um pouco da cultura avieira, com as casas, os barcos, os artefactos de pesca e tendo, naturalmente, o rio Tejo como centro das suas vidas.

 

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Emília Infante Pedroso, nasceu em Lisboa.

Fez os estudos primários e secundários em Lisboa, mas tendo família paterna oriunda da Chamusca, sempre aí passou férias.

Teve, como maior amiga, a filha do escultor Leopoldo de Almeida, cuja casa frequentava, quase diariamente, e onde conviveu com artistas das áreas de Pintura, Arquitetura e Literatura que a marcaram profundamente pois sempre foi recetiva a todo o género de Arte.

Tendo o Curso de Hotelaria, da Escola de Hotelaria de Lisboa, exerceu esta profissão, no Brasil, num conceituado Hotel de Cabo Frio.

De regresso a Portugal, faz o Curso de História de Arte na Escola ARCO, em Lisboa.

Trabalhou como secretária da Presidência da Associação dos Arquitetos, mais tarde, Ordem dos Arquitetos.

Em 1994, através de subsídios concedidos pelo IFADAP, abre um Agroturismo, a cerca de 18 Km de Coruche, aí permanecendo até 2008.

Nesse período de tempo, aprende pintura com um Mestre, formado pela Escola de Belas Artes, aproveitando a vinda semanal deste, a Coruche, para lecionar, particularmente, um grupo de alunos.

Em 2008, vende o Agroturismo e constrói a casa, onde reside atualmente, na Chamusca, sua terra de eleição.

Em janeiro de 2017, expõe, pela primeira vez, na Sala Polivalente da Biblioteca Municipal da Chamusca, as suas telas com o tema” A Chamusca e Tejo”, dedicadas aos seus avós paternos.

Em julho de 2017, participa na Coletiva de Pintura e Fotografia, subordinada ao tema “Os Avieiros e o Tejo”, no Convento de São Francisco, em Santarém.

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Bló (Isabel Pestana) é natural da Chamusca.

Conclui o curso de Designer de Interiores e de Equipamento Gráfico Geral, no I.A.D.E (Instituto de Arte Decoração e Design) de Lisboa e frequentou a Stilandrade, em Lisboa, onde entrou em contato com algumas das mais avançadas técnicas de pintura decorativa.

Fez a sua primeira exposição de pintura no Hotel do Prado em 1996 e desde essa altura que expõe o seu trabalho, individualmente, em feiras como a Ascensão na Chamusca, Feira do Cavalo na Golegã, e também, em exposições coletivas, em São Martinho do Porto e Bombarral.

Em julho de 2010, os seus trabalhos integram o livro “Pintores do Oeste”.

Em 2014, é convidada, pela Associação Terras Quentes e Câmara Municipal de Macedo de Cavaleiros, para integrar a equipa liderada pelo Dr. Miguel Sanches de Baena. Neste âmbito, foi-lhe dada a incumbência de gerir toda a área artística do Museu Martim Gonçalves Macedo

Expôs, individualmente, no “Fórum da Corredoura” em Tomar e na “Antiqua”, na Golegã, sobre a temática dos TEMPLÁRIOS.

Em junho de 2015 apresentou, na Sala Polivalente da Biblioteca Municipal da Chamusca, em homenagem à sua mãe: RAÍZES DA VIDA – os seus trabalhos mais simbólicos.

No Centro de Artes e Cultura de Ponte de Sôr, em 18 de junho de 2016, inaugurou a Exposição: PERFEITO / IMPERFEITO – Celebração da Mulher. A 27 de agosto de 2016, a Exposição “TEMPLÁRIOS” na Galeria Municipal do Entroncamento e, em 18 de março de 2017, a Exposição “UNIVERSO SEPTENÁRIO”, mais uma vez, na Biblioteca Municipal da Chamusca.

Participou, ainda, na 1ª Exposição de Arte Tauromáquica da Chamusca– Ascensão 2017 e na Coletiva de Pintura e Fotografia “OS AVIEIROS E O TEJO”, no Convento de São Francisco, em Santarém – de 01 a 12 de Julho de 2017.

Recentemente efetuou trabalho de restauro, em paredes, com pinturas artísticas, no edifício sede da Fundação Rafael e Maria Rosa Neves Duque, sediada na Chamusca

Atualmente dá aulas de pintura a crianças e adultos, mantendo o seu trabalho nas áreas das artes decorativas e restauro, nomeadamente, no restauro de telas, móveis e paredes.

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Tergon (Teresa Gonçalves) é natural da Chamusca.

Frequentou o Liceu Nacional Sá da Bandeira de Santarém e a Faculdade de Letras de Lisboa.

Viveu cerca de 50 anos em Lisboa e, após a reforma, regressa, à terra de seu nascimento, onde reside atualmente.

Desde muito cedo que se interessou por fotografia, brincando com a velhinha Kodak de seu pai.

Por razões de uma das suas atividades profissionais “Formação de Formadores”, teve de desenvolver e aperfeiçoar as técnicas de Multimédia, no Centro de Formação, do Instituto de Emprego e Formação Profissional.

Faz fotografia como hobby, pois gosta de “olhar” e captar o mundo ao seu redor.

Na era da fotografia digital, tem explorado as possibilidades da informática para transformar as fotos e recriá-las em Arte Digital. À falta de “engenho e arte”, vai fazendo experiências que expressem as suas emoções.

Participou em vários sites de fotografia, nomeadamente, “OlharesFotografia Online” e “Reflexos Online”.

Participou, ainda, na 1ª Exposição de Arte Tauromáquica da Chamusca – Ascensão 2017 e na Coletiva de Pintura e Fotografia “Os Avieiros e o Tejo”, no Convento de São Francisco, em Santarém – de 01 a 12 de Julho 2017.

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“Entre as muitas formas de combater o nada, uma das melhores é tirar fotografias, atividade que deveria ensinar-se, desde muito cedo, às crianças, pois exige disciplina, educação estética, bons olhos e dedos seguros” – Júlio Cortázar

“Fotografar, é colocar na mesma linha, a cabeça, o olho e o coração” – Henri Cartier-Bresson

“Você não fotografa com a sua máquina. Você fotografa com toda a sua cultura” – Sebastião Salgado.

 

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EXPOSIÇÃO DE PINTURA “H2O TELAS” DE SÃO MATIAS . GALERIA MUNICIPAL

Cartaz.jpgSÃO MATIAS

Nasce em 1946, em S. Pedro, Torres Novas. Residente no Entroncamento há mais de 30 anos.

Diz de si: “Desde muito nova que adquiri o gosto pela arte, gosto que vai da arte clássica até à mais moderna pois tudo o que tem beleza me encanta. Trinta anos da minha vida foram dedicados à arte do tricô que tive de abdicar por graves motivos de saúde. Recuperada da doença, encontrei forças para me dedicar a esta paixão, a pintura.

Iniciei o meu trajeto nas louças de porcelana, faiança e arte do fogo. Fui aprendendo e aperfeiçoando as técnicas através de seminários, das aulas de pintura com artistas nacionais e internacionais, dos quais saliento alguns, Tânia Lopes, Dailing Bolsoni, Rosi Bôrgues, Dimas Florêncio, Levi Reis entre outros.

No ano 2000 dei início à pintura em tela, reproduzindo clássicos antigos, sendo o que gosto mais de fazer.”

H2O TELAS

“H2O Telas” é uma Exposição de Pintura que chega à Galeria Municipal para nos mostrar, de novo, São Matias, desta vez com a tónica num tema que salpica água, tela a tela, do princípio ao fim. Verão, regado no Entroncamento com estes apontamentos clássicos, eis o convite a visitar e ficar mais um pouco, refrescados pela brisa que nos é oferecida por mais uma artista plástica do Concelho.

DIA MUNDIAL DA FOTOGRAFIA – 19 de AGOSTO : Exposição Fotografia “ROSTOS DE TIMOR” de ANTÓNIO COTRIM

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SOBRE O AUTOR

Natural de Lisboa, António Cotrim desde cedo começou a trabalhar na área da comunicação social: Lusitânia, ANOP, Notícias de Portugal e Agência Lusa, onde trabalha atualmente.

Tal & Qual” e “O Record” foram dois dos jornais com os quais colaborou.

Ao longo da carreira, tem registado com a sua objetiva momentos únicos ocorridos tanto em Portugal como no mundo, nas diferentes missões de reportagem que integrou. Um trabalho que se mundializa quotidianamente.

António Cotrim assume de forma carismática a fotografia como “projeto de vida” e daí a minuciosidade e precisão que reflete cada expressão registada, cada instante registado.

O seu talento e trabalho são reconhecidos com a publicação de fotografias em inúmeros livros, folhetos, catálogos, sem contar com as variadíssimas edições em jornais e revistas, tanto nacionais como internacionais.

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SOBRE A EXPOSIÇÃO

A Exposição de Fotografia “Rostos de Timor”, é uma singela homenagem aos homens e mulheres de Timor que sofreram, lutaram e morreram pela liberdade e independência de uma terra que amavam e à qual queriam chamar “o meu país”.

Estes são os rostos de um povo (Baucau e Díli) que nunca desistiu, nunca se resignou e, acima de tudo, nunca esqueceu a sua língua, a sua cultura ancestral, a sua identidade.

Após 24 anos de ocupação pela vizinha Indonésia, Timor – Leste tornou-se independente em maio de 2002.

Este grito de liberdade ficou, para sempre, escrito na História com sangue e com lágrimas, derramadas ao mesmo tempo que se entoava uma oração num cemitério, um lugar sagrado que as armas tentaram calar e não souberam respeitar.

No local onde se honravam os mortos, começou o fim do sofrimento daqueles que, corajosamente, mostraram ao Mundo que se mantinham vivos.

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Distinções:

2014 – Prémio Gazeta de Fotografia do Clube dos Jornalistas.

2010 – Júri do concurso internacional de fotografia de Ferreira do Zêzere.

2004 – Menção honrosa do Prémio Europeu de Fotografia “Fujifilm” na categoria de   desporto.

2001 – Menção honrosa do Clube Português de Imprensa, na categoria de fotorreportagem.

Exposições:

2011 – Centro Nacional de Cultura, em Lisboa.

2012 – Câmara Municipal de Lisboa / Biblioteca por Timor.

2012 – Galeria do Café de Santa Cruz, em Coimbra.

2013 – Câmara Municipal de Vila N. Gaia/ Teatro Eduardo Brazão.

2013 Participa na IV Bienal de Culturas Lusófonas/ Câmara Municipal de Odivelas.

2013 – Câmara Municipal de Oliveira do Hospital.

2014 – Câmara Municipal de Portalegre / Galeria de S. Sebastião.

2014 – Câmara Municipal de Ourém.

2014 – Centro Cultural da Malaposta.

2014 – Museu de Arte Sacra de Fátima.

2014 – Biblioteca de Alcochete.

2015 – Câmara Municipal de Mafra / Sala Atlântico – Ericeira.

2015 – Biblioteca da Câmara Municipal da Amadora.

2016 – CPLP – Comunidade dos Países de Língua Portuguesa.

2016 – Câmara Municipal do Sardoal.

2016 – Assembleia da República.

2017 – Museu da Resistência – Timor -Leste

2017- Museu da Fundação Oriente – Timor -Leste

EXPOSIÇÃO DE PINTURA “SÉC.XXI – UM SÉCULO DE CONTRASTES” DE GABRIELA SANTOS

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SOBRE A AUTORA

Gaby, Gabriela Santos, nasceu a 8 de dezembro de 1949, por mero acaso em Leiria, pois o seu pai, eletricista de obras estava a trabalhar na Marinha Grande. Com cerca de 4 anos foi viver no Montijo, onde fez a instrução primária, mudando-se depois definitivamente para o Barreiro. Aí fez a escola secundária, onde teve o primeiro contacto com o movimento antifascista, frequentando entre outros a Académica e o Cineclube. Continuou os seus estudos em Lisboa, no Instituto Industrial, tendo participado ativamente no movimento estudantil dos anos 60, através da Associação de Estudantes. Em 1970 começou a trabalhar na CP, tendo aproveitado para conhecer a Europa de comboio. Durante vários anos fez parte da Comissão de Trabalhadores da CP, sendo coordenadora da mesma. Ao fim de 22 anos saiu da CP e reformou-se com uma grave depressão nervosa. O seu amor pelos animais levou-a à criação de cães, atividade que mantem até hoje agradecendo-lhes o facto de terem contribuído definitivamente para o seu franco restabelecimento.

A sua grande curiosidade por novas culturas levou-a à América Latina, tendo recebido a sua influência especialmente do Peru e da Bolívia e que pode ser observada em algumas das suas obras.

No ano de 2015 passava repetidamente junto a uma casa que anunciava cursos de desenho e pintura. Sem quaisquer perspetivas e nunca tendo pintado ou desenhado de forma consistente, resolveu tentar por considerar que lhe poderia ser terapêutico, devido ao seu passado. E foi assim, que aos 66 anos se viu a pintar. De janeiro de 2016 até à presente data já pintou cerca de 90 quadros e realizou as seguintes exposições individuais:

  • a 26/11/2016, na Junta de Freguesia da Baixa da Banheira focada essencialmente sobre as atrocidades que nos afligem no século XXI
  • a 3/3/2017, na Voz do Operário em Lisboa
  • a 8/6/2017, na Biblioteca do Vale da Amoreira, com o tema “Gentes e Tribos” em homenagem aos moradores desta freguesia, que são maioritariamente de origem africana.

SOBRE A EXPOSIÇÃO

Nesta exposição procura-se mostrar, por um lado alguns aspetos negativos da atual sociedade e, por outro, algumas civilizações que, apesar de tudo, continuam a ser belas.

No primeiro caso são exemplos as guerras e o sofrimento que provocam em todos e em especial nas crianças que são as primeiras e inocentes vítimas da violência que assola o planeta.

No segundo caso temos as tribos que ainda não se contaminaram com esta violência e continuam a viver a vida de uma forma simples e bela.

EXPOSIÇÃO “OCIUS DU OFICIU” DE LUÍS FILIPE . GALERIA MUNICIPAL

6.Foto cartazSOBRE SI

“Luís Filipe Rodrigues Lopes, nasci em Lisboa a 24 de julho de 1956, mas desde os quatro anos de idade que resido no Entroncamento onde cresci, estudei, formei família e trabalho. Sou ferroviário, serralheiro de profissão e desde cedo que dedico algumas horas do meu lazer à poesia, à fotografia e já mais tardiamente ao artesanato em ferro, barro e madeira do qual sobressai mais expressivamente a execução de casinhas de barro em miniatura.

São estes os antidepressivos que encontrei naturalmente para ajudar a esquecer e ultrapassar alguns dos pequenos obstáculos do dia-a-dia. Mas é na fotografia e na poesia, participando em jogos florais, concursos literários e concursos de fotografia, que tenho obtido alguns prémios em vários pontos do país, o que, de modo significativo tem contribuído para o evoluir de uma simples e puramente amadora carreira artística. Os temas que mais me motivam e inspiram são o sonho, o bem-estar, a paz e a natureza, sendo, portanto, com estes ingredientes, que vou produzindo sem grandes artefactos ou truques de magia, coisas simples e pequenas, por vezes com pouco significado mas que me saem da alma.”

SOBRE A EXPOSIÇÃO

“Esta exposição já com alguns anos de atraso, acontece finalmente para minha satisfação e realização pessoal. Esteve pensada para o ano em que fiz 50 anos, mas porque a sua organização não me foi possível, passou para a prateleira das ideias, até ser pensada para 2016, o que, por motivos de agendamento, também não foi possível concretizar, tendo ficado nessa altura agendada para 2017, em data que coincide com o dia do meu 61º aniversário.

E pronto, sinto-me muito bem comigo próprio, por pensar que consegui reunir numa só exposição, aquilo que tenho para mostrar, se bem que, muita gente já conhecerá parte do meu trabalho através das feiras de artesanato em que participei, não só no Entroncamento, mas também nas localidades vizinhas, quase sempre em representação do nosso concelho, que muito me honrou representar.

Esta exposição, um pouco diferente das habituais, pela particularidade de abranger várias expressões “artísticas”, irá, assim o espero, ao encontro do gosto de quem a visitar, não só pela variedade de conteúdos e temas, mas também pela originalidade dos trabalhos apresentados, ou seja: as fotos não estão apenas penduradas em dois fios de nylon, os poemas não estão escritos numa folha A4 ou A3 impressos numa vulgar impressora e as casinhas não estão apenas colocadas numa prateleira ou sobre uma mesa. Como é meu apanágio, quis apresentar algo mais, não só para proporcionar a quem visita, algo diferente, mas também porque faz parte do meu gosto por aquilo que realizo.

Espero sinceramente que qualquer visitante goste do que lhe é dado a ver e, se possível que expresse a sua opinião, quer escrita, quer pessoalmente, para que eu possa ponderar outras exposições, em outros locais, se houver organizações ou instituições que manifestem interesse para que isso aconteça.” – Luís Filipe

Exposição de Pintura a Óleo “Percursos” de Carlos Frederico Dias Pereira

5.pintor.foto.jpg         SOBRE O PINTOR

Carlos Frederico Dias Pereira, nasceu a 22 de agosto de 1957, no Entroncamento. Estudou Tecnologias Industriais na Escola Industrial do Entroncamento e no Instituto Politécnico de Tomar. Pintor autodidata desde a década de 80, altura em que se inicia, pratica essencialmente a pintura a óleo. As suas telas refletem tendências para o Clássico e Naturalismo, atualmente seguindo a vertente Contemporânea. Tem exposto com regularidade em diversos locais. As suas obras encontram-se em várias coleções particulares.

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Exposição “Retrospetiva” Coletiva dos Alunos do 10º Ano do Curso de Artes Visuais da Escola Secundária c/3º Cl. do Entroncamento

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EXPOSIÇÃO COLETIVA DOS ALUNOS DO 10º ANO DO CURSO DE ARTES VISUAIS DA ESCOLA SECUNDÁRIA COM 3º CICLO DO ENTRONCAMENTO

SINOPSE

Esta exposição coletiva dos alunos do 10º ano do Curso de Artes Visuais da Escola Secundária com 3º Ciclo do Entroncamento resulta do convite da escola à Câmara Municipal do Entroncamento, no sentido de, mais uma vez, divulgar junto da comunidade local o trabalho desenvolvido pelos alunos da área de Artes Visuais, promovendo a articulação entre a escola e o meio envolvente.

AS OBRAS EXPOSTAS:

A exposição resulta do trabalho desenvolvido ao longo do presente ano letivo, de acordo a análise das unidades de trabalho sugeridas que constam no programa da disciplina de Desenho A, do Curso de Artes Visuais e que foram as seguintes: “Desenho de Formas Artificiais”, “Estudos de Cor”, “Desenho de Formas Naturais”, “Séries de Transformação” e “Figura e Fundo”.

Todas foram precedidas por uma abordagem teórica que proporcionou o conhecimento necessário para uma fase, primeiro, de investigação e análise, e depois, de síntese e arte final. As composições visuais apresentadas refletem a resposta a um problema enunciado através do ato criativo e revelam a capacidade de adequação e evolução perante novos materiais e novas técnicas de expressão e representação.

No caso da unidade, “Desenho de Formas Naturais”, esta foi integrada no Projeto “Eathink 2015 – alimentação local, pensamento global”, como uma das atividades a realizar definidas pela equipa do Projeto Eathink 2015 e Projeto Eco-Escolas. A unidade desenvolveu-se com o objetivo de expor os trabalhos realizados sobre a temática, “Caracterização dos peixes do rio Tejo e artes de pesca”, através do desenho de ilustração científica.

Enquadrada no referido projeto, a exposição destes trabalhos tem como objetivo, a divulgação do peixe do rio como uma das alternativas alimentares à sobre-exploração dos oceanos.

OS AUTORES

Estamos perante um grupo de alunos trabalhadores, voluntariosos e que enfrentam os desafios com entusiasmo e persistência, acrescentando a tão necessária e característica irreverência própria das suas idades.

Numa fase de iniciação no Curso de Artes Visuais, já revelam provas de inequívoca qualidade na escola, chegando agora o momento de se apresentarem à cidade da região a que pertencem, com não menos entusiasmo, como em tudo o que têm feito ao longo do presente ano letivo, sempre de forma muito positiva.

Alunos do 10º ano (2016/17) do Curso de Artes Visuais da Escola Secundária com 3º Ciclo do Entroncamento: Ana Carolina Lopes, Beatriz Fontes, Berta Simões, Diana Vitória, Diogo Lobato, Inês Caetano, Jéssica Garcia, Joana Francisco, Joana Carrilho, Olga Anselmo e Tatiana Alexandre.

O Docente da disciplina de Desenho A, membro da equipa do Projeto Eathink 2015 e Coordenador da atividade, Professor Álvaro Santos

“PEIXES DO RIO – ESCULTURA CRIATIVA” EXPOSIÇÃO COLETIVA DOS ALUNOS DO 12º ANO DO CURSO DE ARTES VISUAIS DA ESCOLA SECUNDÁRIA COM 3º CICLO DO ENTRONCAMENTO

SINOPSE

Esta exposição coletiva dos alunos do 12º ano do Curso de Artes Visuais da Escola Secundária com 3º Ciclo do Entroncamento resulta do convite da escola à Câmara Municipal do Entroncamento, no sentido de, mais uma vez, divulgar junto da comunidade local o trabalho desenvolvido pelos alunos da área de Artes Visuais, promovendo a articulação entre a escola e o meio envolvente.

Na sequência do desenvolvimento do Projeto “Eathink 2015 – alimentação local, pensamento global”, e como parte integrante das atividades calendarizadas para o presente ano letivo pela equipa do Projeto Eathink 2015 e Projeto Eco-Escolas, surgiu a ideia de realizar uma exposição de trabalhos dos alunos do Curso de Artes Visuais da Escola Secundária com 3º Ciclo do Entroncamento, subordinada à temática, “Caracterização dos peixes do rio Tejo e artes de pesca – ilustração científica e escultura criativa”.

Enquadrada no referido projeto, a exposição tem como objetivo, a divulgação do peixe do rio como uma das alternativas alimentares à sobre-exploração dos oceanos.

AS OBRAS EXPOSTAS:

A exploração desta temática surgiu de forma a dar continuidade ao trabalho desenvolvido pelos alunos do 10º ano do mesmo curso, na disciplina de Desenho A, que realizaram ilustrações científicas a partir de várias espécies de peixes do rio.

Após esta abordagem realista, impunha-se uma complementaridade, quer através da técnica, quer no modo de reprodução. Assim, sobre a mesma temática, aos desenhos realistas, sucederam-se as esculturas criativas.

Este trabalho, “Invenção de um objeto Tridimensional”, inserido no Módulo 3, do programa desta disciplina, executou-se através da técnica da escultura por construção e assemblagem, associada à pintura (Desenho A – Texturas Visuais).

Às novas técnicas de execução, uma novidade a vários níveis, os alunos, como é hábito, aderiram de forma entusiástica refletida na rápida aprendizagem técnica no tratamento e caracterização das formas tridimensionais.

OS AUTORES

Na escola, estes alunos já conquistaram o seu espaço e reconhecimento, mas esta é uma oportunidade, para mais uma vez, mostrar à comunidade as suas capacidades resultantes do processo de ensino/aprendizagem.

Alunos do 12º ano (2016/17) do Curso de Artes Visuais da Escola Secundária com 3º Ciclo do Entroncamento: Catarina Marques, Beatriz Silva, Carolina Sousa, Carolina Marques, Elma Patrício, Gabriel Mendes, João Esteves, Maria Beatriz Gonçalves, Mariana Martins, Tomás Gomes e Vanessa Diogo.

O Docente das disciplinas de Desenho A e Oficina de Artes, membro da equipa do Projeto Eathink 2015 e Coordenador da atividade, Professor Álvaro Santos

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EXPOSIÇÃO COLETIVA “FLORES NA CIDADE” integrada na Festa da Flor

A EXPOSIÇÃO

FLORES NA CIDADE é uma Exposição Coletiva de Artistas Plásticos que representam o Entroncamento, convidados pelo Município desta Cidade à participação no Programa da Festa da Flor, na Galeria Municipal, através da representação plástica sobre esta temática com as suas obras. Foram convidados pela autarquia, ora através da sua associação, Entroncartes, ora em nome individual, num total de 30 participações.

OS(AS) ARTISTAS PLÁSTICOS

Alexandrina Godinho*Alzira Rodrigues*Ana Paula Lopes*Anabela Inácio*Andrey Koval*António Guerreiro*Carolina Baião*David Graça*Delfina Presumido*Delfina Machado*Dina Leonardo Elsa Gonçalves*Fernando Maria*Filomena Serra*Helga Vicente*Inês Zuzarte*Isabel Esteves*Isabel Fonseca*Joao Ferreira*Juca*M.Teresa Santos*Massimo Esposito*Mena Marques*Noémia Serras*Rita Baião*Rodolfo*Rosário Correia*São Matias*Teresa Alves*Walter Reis

 

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Exposição de Pintura Intuitiva em Aguarela “COLEÇÃO OBSIDIANA NEGRA” de ANA DAMASCENO

SOBRE A AUTORA

Ana Maria Miranda Damasceno (Portugal, 1971) nasceu em Abrantes, cidade onde vive. É licenciada em Design Industrial pela ESAD – Caldas da Rainha, Pólo pertencente ao Politécnico de Leiria. Estagiou na fábrica Rafael Bordallo Pinheiro. Foi professora do ensino básico e secundário nas disciplinas de Desenho e Artes. Durante 20 anos foi desenhadora, na especialidade da construção civil, e administrativa. Nos seus tempos livres dedicou-se à poesia, desenho a preto e branco e posteriormente à execução de mandalas.

SOBRE A OBRA

Ana Maria, tornou-se Reikiana praticante e adepta da medicina alternativa, desenvolveu o gosto pela meditação e pela espiritualidade. Desta forma, encontrou o seu lado mais “zen” e por consequência, uma maior harmonia e equilíbrio a vários níveis.

De momento dedica-se à pintura intuitiva em aguarela, libertando o seu aspeto mais altruísta e peculiar forma de se expressar.

Nas suas pinturas usa 7 cores, baseado nos 7 chackras e predispõe-se a servir do canal que tem de abertura espiritual – de forma incondicional, para receber símbolos que são expressos de imediato no papel. De igual modo, recebe mensagens correspondentes a cada desenho.

É um caminho que percorre sem saber o amanhã, entrega e vive o agora a cada momento o seu presente como uma dádiva da vida e de Deus por escolha própria.

Para concluir, o propósito do seu trabalho é o de servir como terapia para a sua própria cura e por consequência, conseguir ir ao encontro da dimensão espiritual de cada ser.

SOBRE A EXPOSIÇÃO

Esta exposição é dedicada a Jesus, que está aqui representado da melhor forma que conseguiu, resultado de um sonho que teve, levando-a a impulsionar o trabalho que tem vindo a desenvolver; e que tem como título: Coleção Obsidiana Negra – devido à ligação que a autora tem a este cristal e por sentir que o mesmo seja adequado a esta mostra por ser um cristal de cura profunda.

Propõe-se a cada visitante que se procure identificar com as diversas imagens apresentadas e ler as suas mensagens. Cada um poderá apreciar um desenho ou outro e colher a sua própria interpretação.

Coleção Obsidiana Negra_Cartaz-Flyer Frente